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Mostrando postagens de Março 5, 2010

Galáxia NGC 1672

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Muitas galáxias espirais tem um bar no meio, mas, certamente, não tem nada a ver com o bar do proeminente galáxia espiral NGC 1672 vistas aqui contra. Ela distingue veias poeira filamentos representado pela escuridão, jovens estrelas azuis aglomerados, nebulosas com brilho vermelho característico de hidrogênio, uma barra de estrelas muito brilhante sobreposta no centro, e finalmente um núcleo brilhante activa provável que abriga um buraco negro super massa. A luz não é inferior a 60 milhões de anos para chegar até nós a partir de NGC 1672, que mede cerca de 75 000 anos luz de diâmetro. NGC 1672 é visível na constelação de Dorade e é objeto de estudos para descobrir como o bar pode contribuir para a formação de estrelas nas regiões centrais da galáxia. NGC 1672 mostra aqui a sua região de formação que a estrela está em um centro galáctico bar. Os braços espirais não torcer inteiramente a partir do centro como usamos para ver sobre a galáxias espirais, mas estão ligados a ambas as extrem…

A galáxia espiral NGC 918

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A galáxia espiral NGC 918 está no centro desta bela paisagem celeste. A galáxia é de cerca de 50 000 anos-luz de diâmetro e cerca de 60 milhões de anos-luz de nós na constelação de Áries. No primeiro plano da imagem que você vê as estrelas brilhando em nossa galáxia, a Via Láctea, que são banhadas por nuvens de poeira cósmica que reflecte a luz das estrelas fracas. Além de sua beleza, astrofísicos ver esta imagem em particular, à luz de uma supernova SN 2009js, não tiveram nenhuma imagem. Na foto é a supernova até o local marcado do 2 cursos, um pouco abaixo e à esquerda do centro da galáxia. Esta supernova é a explosão de uma estrela massiva no plano da NGC 918. Foi observado pela primeira vez em outubro de 2009 por equipes do Japão e dos Estados Unidos, especializada na investigação de uma supernova.
A galáxia NGC 918, uma galáxia espiral muito bonito no centro da imagem.
Credit & Copyright: Joseph Brimacombe

Estrela Cefeida

Uma cefeida é uma estrela gigante ou supergigante amarela, de 4 a 15 vezes mais massiva que o Sol e de 100 a 30 000 vezes mais brilhante, cuja luminosidade varia de 0,1 a 2 magnitudes segundo um período bem definido, compreendido entre 1 e 100 dias, de onde ela tira seu nome de estrela variável. Elas foram chamadas segundo o protótipo de estrela δ da constelação de Cepheus.
História
As cefeidas tiveram um papel importante nos anos 1910 - 1920, quando Henrietta Leavitt, trabalhando na Universidade de Harvard, notou a presença de diversas cefeidas nas Nuvens de Magalhães. Ela observou que o período dessas cefeidas é proporcional ao seu brilho. Leawitt formula assim uma relação entre o período de variação e a luminosidade aparente dessas estrelas particulares. Assim, basta medir a distância de uma dessas cefeidas para se obter uma relação geral unindo seu período e sua luminosidade absoluta, e ainda melhor, determinar a distância de qualquer outra cefeida, onde quer que ela esteja. Tal med…

Restos de Supernovas

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A Nebulosa do Caranguejo, o que resta de uma supernova observada pelos Chineses no ano 1054 e provavelmente também pelos Índios Anasazi.Crédito: Equipa FORS, telescópio de 8.2m do VLT, ESO Um resto de supernova é constituído por materiais deixados para trás por uma gigantesca explosão de uma estrela numa supernova. Existem dois possíveis caminhos para este fim: ou uma estrela massiva cessa de gerar energia de fusão no seu núcleo, e colapsa para dentro sobre a força da sua própria gravidade, ou uma anã branca pode acumular material de uma estrela companheira até que atinge uma massa crítica, ocorrendo uma explosão termonuclear. De qualquer caso, a explosão de supernova resultante expele muito do ou a quase totalidade do material estelar com grande força. No caso de uma explosão de uma estrela massiva, o núcleo da estrela colapsa tão rapidamente que forma uma espécie de matéria extremamente compacta. Este objecto compacto, que pode ser uma estrela de neutrões ou um buraco negro, é denom…

NCG 6960

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Há dez mil anos atrás, antes do começo da História, uma nova luz deve ter subitamente aparecido no céu nocturno e posteriormente apagado-se nas semanas seguintes. Hoje sabemos que esta luz foi uma estrela que explodiu e deixou para trás a colorida nuvem conhecida como Nebulosa da Vela. Na imagem do lado encontra-se a secção Oeste desta nebulosa conhecida tecnicamente como NGC 6960, também denominada Nebulosa Vassora da Bruxa. O gás ganha as suas cores ao impactar e excitar o gás vizinho. O resto da supernova situa-se a 1,400 anos-luz de distância na direcção da constelação de Cisne. A Vassora da Bruxa mede na realidade mais que o diâmetro aparente da Lua Cheia. A brilhante estrela 52 Cygnus é visível a olho nu a partir de um local escuro mas não tem relação com a antiga supernova. Crédito: T. A. Rector (U. Alaska), WIYN, NOAO, AURA, NSF Fonte:Astronmia on-line

A morte do universo está bem mais próxima do que imaginávamos

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Impressão artística sobre como seria a aparência da morte do universo Carros ficam sem gasolina, estrelas ficam sem gás e galáxias são engolidas por buracos-negros. Enquanto isso o Universo e tudo o que há nele está acabando, ficando “gasto”. E pesquisadores descobriram que, na verdade, o Universo está 30 vezes mais gasto do que os astrônomos imaginavam. Cientistas conseguiram calcular a entropia do Universo. Caso você não se lembre de suas aulas de física e química, entropia é a quantidade de energia que pode ser extraída de algo ou de um sistema – por exemplo, podemos medir a eficiência de um motor, quanta energia um combustível fornece ou, nesse caso, a desordem de um sistema. Usando o tamanho e a quantidade de buracos negros conhecidos, os pesquisadores descobriram que o Universo contém 30 vezes mais entropia do que eles imaginavam. A descoberta também aponta que, por mais que galáxias, estrelas e tudo o mais que há no Universo contribua para a entropia e a desordem, são os buracos-…

Confirmada a idade do universo com lentes de tamanho astronômico

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Usando galáxias como lentes para medir o tamanho de outras galáxias, cientistas encontraram uma nova maneira de medir o tamanho e a idade do universo e saber a que velocidade ele está se expandindo. As medidas confirmam a idade do universo como 13,75 bilhões de anos e os resultados também mostram a força da energia escura, responsável pela expansão do universo. Os cientistas usaram uma técnica batizada de “lentes gravitacionais” que mede as distâncias através do tempo que a luz leva para chegar de outras galáxias até a Terra. Algumas vezes é difícil para que os cientistas façam a distinção entre uma estrela mais próxima com luz mais fraca e uma estrela distante, mas lentes gravitacionais resolvem esse problema. Embora não dê para precisar exatamente há quanto tempo a luz saiu da sua fonte dá para comparar com outras fontes, outras estrelas, e descobrir quanto tempo esse processo levou. Apesar de ainda não ser um sistema perfeito (telescópios que não são equipados com infravermelho, co…

10 Incríveis fatos sobre a lua

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Uma nova sonda lunar, a Lunar Reconnaissance Orbiter, será lançada esta semana para mapear a superfície lunar com uma precisão tão grande que será possível ver as marcas deixadas pelos veículos anteriores que enviamos para o satélite. Recentemente uma sonda japonesa gerou imagens incríveis da lua antes de se chocar na sua superfície. Alguns momentos depois outra sonda também caiu no satélite natural. Todos estes são esforços para aprendermos mais sobre o material do qual a lua é feita, se há ou não gelo em suas crateras e para onde os EUA deverão mandar os astronautas que serão enviados para lá em 2020.

1. Ciao, luna! Ao mesmo tempo que você lê isso, a lua está se afastando de nós: a cada ano, ela se afasta aproximadamente quatro centímetros da Terra. Pesquisadores acreditam que quando foi formada, há 4,6 bilhões de anos, a lua ficava a 22 mil quilômetros da terra, enquanto agora fica a mais de 450 mil quilômetros
2. Puxando os mares As marés na Terra são causadas pela lua: a gravidade d…

A Lua Azul mais rara ocorreu no reveillon

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O fenômeno ‘Lua Azul’ só acontece a cada dois ou três anos, e em 2009, este incrível fenômeno coincidiu com a virada do ano novo, evento que só acontece a cada vinte anos. “A lua fica descompassada com o nosso mês, pois seu ciclo tem 28 dias, e por isso fica fora de sincronia com o nosso calendário”, explica o cientista Bob Hartley. Basicamente, a Lua Azul é a ocorrência de duas luas cheias em um mesmo mês.O efeito da lua sobre as marés se mostrou mais intenso neste fim de ano, deixando os níveis do mar baixíssimos durante quatro ou cinco dias, de acordo com Hartley. Em alguns anos, a lua aparece azulada devido a partículas densas na atmosfera, mas, na realidade, o seu nome se deve à raridade do evento: antigamente, acreditava-se que era impossível que a lua ficasse azulada, e a lua cheia dupla em um mês recebeu o título por este motivo. Fonte:hypescience.com

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