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Mostrando postagens de Janeiro 29, 2013

No centro da Nebulosa Trífida

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© Subaru/Hubble (Nebulosa Trífida) Nuvens de gás brilhante se misturam com as linhas de poeira da Nebulosa Trífida, uma região de formação de estrelas localizada na direção da constelação do Arqueiro (Sagittarius). No centro, as três proeminentes linhas de poeira que dão o nome de Trífida a essa nebulosa aparecem juntas. Montanhas de poeira opaca aparecem na parte direita da imagem, enquanto que outros filamentos escuros de poeira são visíveis percorrendo toda a nebulosa. Uma única estrela massiva visível no centro gera quase todo o brilho da Trífida. A Trífida, também conhecida como M20, só tem 300.000 anos de vida, fazendo dela uma das jovens nebulosas de emissão conhecida. A nebulosa localiza-se a aproximadamente 9.000 anos-luz de distância da Terra e a parte mostrada na imagem acima se espalha por aproximadamente 10 anos-luz. A imagem acima é uma composição feita com uma imagem obtida pelo telescópio Subaru de 8,2 metros em Terra, com detalhes fornecidos pelo telescópio espacial Hu…

Um peso pesado intergaláctico

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A imagem profunda acima mostra o que é conhecido como um superaglomerado de galáxias, um grupo gigante de aglomerados de galáxias ligados entre si. Este, conhecido como Abell 901/902, é constituído por três aglomerados principais diferentes e um número de filamentos de galáxias, típicos de tais super estruturas. Um dos aglomerados, Abell 901a, pode ser visto por cima e um pouco à direita da estrela vermelha bastante proeminente que se encontra em primeiro plano, próximo do centro da imagem. Um outro, Abell 901b, está situado à direita de Abell 901a, um pouco mais abaixo. Por fim, o aglomerado Abell 902 encontra-se diretamente abaixo da estrela vermelha, estendendo-se para baixo na imagem.
O superaglomerado Abell 901/902 situa-se a um pouco mais de dois bilhões de anos-luz da Terra e contém centenas de galáxias numa região com cerca de 16 milhões de anos-luz de dimensão. Em termos de comparação, o Grupo Local de Galáxias, que contém a nossa Via Láctea, para além de mais outras 50 galáxi…

Estrelas que o vento apagou

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Gás soprado por explosões estelares interrompeu crescimento de galáxias anãs Fornax, no alto da página: uma das 26 galáxias anãs que orbitam a Via Láctea Há algo misterioso sobre a evolução das galáxias anãs. Os astrônomos observam um número muito menor desses pequenos aglomerados de estrelas do que prevê a teoria atual de como o Universo se formou a partir de uma explosão ocorrida há 13,7 bilhões de anos, o Big Bang. Por essa razão, acredita-se que ou há algo de errado com essa teoria – opção cada vez menos aceita pelos especialistas –, ou algo aconteceu durante a formação dessas galáxias que as deixou tão vazias de estrelas que nem os mais poderosos telescópios conseguem observá-las. Em um trabalho recém-aceito para publicação na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, um grupo de astrônomos brasileiros apresenta resultados que fortalecem a segunda hipótese e detalham um possível mecanismo que teria impedido algumas galáxias anãs de produzirem estrelas em abundância…

A Estrela Supermassiva Eta Carinae

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Um imenso par ondulante de nuvens de gás e poeira é registrado nessa impressionante imagem feita pelo telescópio espacial Hubble da NASA da estrela supermassiva Eta Carinae. Usando uma combinação de técnicas de processamento de imagens (sobreposição de imagens, subamostragem e deconvolução), os astrônomos criaram uma das imagens de mais alta resolução de um objeto estendido já produzida pelo Hubble. A imagem resultante revela detalhes impressionantes. Mesmo apesar da Eta Carinae estar a mais de 8000 anos-luz de distância da Terra, estruturas com somente 10 bilhões de milhas de diâmetro (ou seja, algo em torno do diâmetro do nosso Sistema Solar) podem ser distinguidas. Linhas de poeira, condensações e estranhas listras radiais aparecem com uma clareza sem precedentes.
A Eta Carinae foi observada pelo Hubble em Setembro de 1995 com a Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC 2). As imagens feitas através dos filtros vermelho e do infravermelho próximo foram combinadas de forma subsequente para…

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