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Mostrando postagens de Abril 1, 2013

Via Láctea pode estar cercada por cerca de 2.000 buracos negros errantes

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Galáxias e seus buracos negros centrais supermassivos cresceram em conjunto, como resultado de colisões e fusões entre inúmeras galáxias menores antigas. Segundo a teoria, cada galáxia pode ter um buraco negro em seu centro. Conforme as galáxias se fundem, seus buracos negros centrais se fundem também, construindo um objeto supermassivo com milhões de vezes a massa do sol. No entanto, galáxias às vezes se fundem sem combinarem seus buracos negros centrais, lançando um desses objetos para fora da nova formação, para as profundezas do espaço. Colisões entre buracos negros também criam ondas gravitacionais, o que pode “chutar” um buraco negro recém-fundido para fora de sua galáxia hospedeira.

De acordo com uma simulação de computador feita pelos pesquisadores Valery Rashkov e Piero Madau da Universidade da Califórnia em Santa Cruz (EUA), um número impressionante desses buracos negros “abandonados” pode ser encontrado no halo da Via Láctea, uma região periférica gigante de gás que fica al…

Caçando Estrelas Massivas Com o Herschel

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Nessa imagem que mostra a vasta nuvem de formação de estrelas conhecida como W3, o Observatório Espacial Herschel da ESA nos conta a história de como estrelas massivas estão nascendo. A W3 é uma gigantesca nuvem molecular contendo um enorme berçário estelar e que está localizada a aproximadamente 6200 anos-luz de distância da Terra no Braço Perseus, um dos braços espirais da nossa Via Láctea. Se espalhando por quase 200 anos-luz, a W3 é um dos maiores complexos de formação de estrelas na parte externa da Via Láctea, abrigando a formação de estrelas tanto de pequena massa como de grande massa. A distinção é estabelecida em oito vezes a massa do nosso Sol: acima desse limite, as estrelas terminam suas vidas como supernovas. Densos e brilhantes nós azuis de poeira quente marcam a formação de estrelas massivas dominando a parte superior esquerda da imagem em duas regiões mais jovens na cena: a W3 Principal e a W3 (OH). A radiação extrema fluindo para longe das recém formadas estrelas aque…

“Curiosity” envia imagens de uma montanha em Marte maior que o Everest

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O robô “Curiosity” que está em missão pela NASA em Marte desde o dia 6 de agosto de 2012, enviou uma imagem panorâmica incrível de uma montanha mais alta que o Monte Everest. Chamada de Aeolis Mons, mas conhecida oficialmente como Monte Sharp, a montanha em Marte possui 5,5 km, a partir do centro da cratera Gale, tornando a sua base para o pico maior do que qualquer montanha da Terra. No Monte Everest a base até o pico possui 4,6 km. Monte Sharp é um enorme monte com camadas de sedimentos erodidos elevados acima da cratera que o Curiosity estava explorando. As encostas inferiores do Monte Sharp permanecem sendo o destino final da missão, apesar do robô Curiosity gastar ainda muitas semanas ao redor da região chamada "Baía Yellowknife”, onde recentemente pesquisadores encontraram evidências de que Marte no passado poderia ter sido um ambiente propício à vida microbiana. As imagens do Monte Sharp foram tiradas por uma lente de telefoto 100 milímetros montado no lado direi…

Astrónomos descobrem novo tipo de supernova

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Esta impressão de artista mostra o progenitor suspeito de um novo tipo de supernova apelidade de Tipo Iax. O material de uma estrela azul e quente de hélio, à direita, alimenta uma anã branca de carbono/oxigénio à esquerda, que está embebida num disco de acreção. Em muitos casos a anã branca sobrevive à explosão subsequente.
Crédito: Christine Pulliam (CfA) Astrónomosdescobriram um novo tipo de supernova, uma explosão estelar tão fraca que os cientistas a apelidaram de explosão estelar em miniatura. As supernovas representam a morte de estrelas, que colapsam em poderosas explosões. São geralmente classificadas em dois tipos principais; a nova classe, denominada Tipo Iax, "é essencialmente uma mini-supernova," afirma Ryan Foley, investigador principal da equipa que fez a descoberta e astrónomo do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica. "É o elemento mais fraco do grupo das supernovas. As supernovas são as mais poderosas explosões estelares conhecidas pela Ciência, vis…

Nova radiogaláxia gigante é descoberta

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Sobreposição da nova GRG (cores azul e branca) em uma imagem óptica do Digitized Sky Survey. O detalhe mostra a galáxia central de uma trinca de galáxias onde foi descoberta a nova GRG (imagem do Sloan Digital Sky Survey). A imagem tem cerca de 2 Mpc de diâmetro. Uma equipe de astrônomos liderada pelo astrônomo ASTRON Dr. George Heald descobriu uma rádio galáxia gigante previamente desconhecida, usando imagens iniciais de uma nova pesquisa de todo o céu no comprimento de onda de rádio em andamento. A galáxia foi descoberta usando o poderoso Intarnational LOFAR Telescope (ILT), construído e desenhado pelo ASTRON. A equipe está atualmente realizando a primeira pesquisa de imageamento de todo o céu do LOFAR, chamada de Multi-frequency Snapshot Sky Survey, ou MSSS. Enquanto analisava o primeiro conjunto de imagens do MSSS, o Dr. Heald identificou uma nova fonte do tamanho da Lua Cheia projetada no céu. A emissão de rádio está associada com o material ejetado por um dos membros de uma trinc…

As profundezas escondidas da Baleia

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© Hubble (galáxia M77) O Telescópio Espacial Hubble capt5ou essa imagem fulgurante da galáxia espiral Messier 77 (M77), uma das mais famosas e mais bem estudadas galáxias do imenso céu. Os pedaços vermelhos através da imagem destacam bolsões de formação de estrelas ao longo dos braços em rotação, com linhas escuras de poeira se esticando através do centro energético da galáxia. A M77 é uma galáxia na constelação de Cetus (Baleia), localizada a aproximadamente 45 milhões de anos-luz de distância da Terra. Também conhecida como NGC 1068. Apesar de sua atual fama, e sua impressionante aparência espiral, a galáxia tem sido vítima de um problema de identidade algumas vezes; quando ela foi descoberta inicialmente em 1780, a distinção entre as nuvens de gás e as galáxias não era conhecida, fazendo com que o seu descobridor Pierre Méchain errasse a sua verdadeira natureza e a classificasse como uma nebulosa. Ela foi erroneamente classificada novamente quando ela foi subsequentemente listada no…

25 curiosidades sobre as luas do Sistema Solar(Parte2)

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Segunda parte das curiosidades dos satélites que orbitam os planetas do sistema solar Tritão é a maior lua de Netuno. Tem quase o tamanho da nossa Lua e é, provavelmente, o corpo mais frio do Sistema Solar. Foi descoberto em 1846 por William Lassel. Cientistas acreditam que haja vulcões de nitrogênio líquido em sua superfície. Foto: NASA
Esta é Titânia, a maior lua de Urano. Sua superfície é cheia de cânions e escarpas. As únicas imagens disponíveis foram tiradas em 1986, durante a missão da sonda espacial Voyager 2. Por isso, apenas 40% do satélite foi mapeado. Foto: NASA Réia é a segunda maior lua de Saturno. Em 2010, cientistas descobriram oxigênio na superfície do satélite. No entanto, Réia está fora da área de habitabilidade do Sistema Solar. Dados coletados pela sonda Cassini mostram que pode haver anéis em volta do objeto. Se a informação se confirmar, será o primeiro caso de anéis circundando uma lua. Foto: NASA Apesar de ser a menor das grandes luas de Urano, Miranda é um dos sat…

A Galáxia Perdida

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Esta imagem mostra a galáxia NGC 4535, na constelação da Virgem, sobre um fundo repleto de galáxias distantes tênues. A sua aparência quase circular significa que a vemos praticamente de face. No centro da galáxia, vemos uma estrutura em barra bem definida, com faixas de poeira que se curvam acentuadamente antes que os braços espirais saiam das pontas da barra. A cor azulada dos braços espirais indica a presença de um grande número de estrelas quentes jovens. No centro, no entanto, estrelas mais velhas e frias dão um tom amarelado ao bojo da galáxia. Esta imagem no visível foi obtida com o instrumento FORS1 montado num dos telescópios principais de 8,2 metros do Very Large Telescope do ESO. Esta galáxia, que pode também ser vista através de telescópios amadores pequenos, foi inicialmente observada por William Herschel em 1785. Quando observada através de um pequeno telescópio, NGC 4535 tem um aspecto difuso e fantasmagórico, o que inspirou o proeminente astrônomo amador Le…

Bloqueador solar em estrela gigante

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Uma equipe internacional de astrônomos, incluindo pesquisadores do Instituto Max Planck de Radioastronomia (MPIfR) e da Universidade de Colônia, conseguiu identificar dois óxidos de titânio na atmosfera estendida em torno de uma estrela gigante. © NASA/ESA (moléculas ao redor de nebulosa)
O objetoVY Canis Major é uma das maiores estrelas do Universo conhecido e ela está perto do fim da sua vida. A descoberta foi feita no decorrer de um estudo de uma estrela espetacular, VY Canis Majoris (VY CMa), que é uma estrela variável localizada na constelação de Canis Major (Cão Maior). "A VY CMa não é uma estrela comum, é uma das maiores estrelas conhecidas, e está perto do fim de sua vida", diz Tomasz Kamiński do Instituto Max Planck de Radioastronomia. Na verdade, com um tamanho de cerca de uma a duas mil vezes a do Sol, que poderia estender para fora da órbita de Saturno se fosse colocada no centro de nosso Sistema Solar.   
A estrela ejeta grandes quantidades de materia…

Telescópio capta conjunto de estrelas 'jovens' a 1,5 mil anos-luz da Terra

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Astros têm entre 20 milhões e 35 milhões de anos, afirma ESO. Aglomerados estelares como o identificado têm vida curta, dizem cientistas. Esta imagem obtida com o instrumento Wide Field Imager, montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile, mostra o brilhante enxame estelar aberto NGC 2547. Entre as estrelas brilhantes, muito ao longe no fundo da imagem, podemos ver muitas galáxias remotas, algumas com formas espirais bem definidas.Créditos: ESO Este bonito salpicado de estrelas azuis brilhantes é o enxame NGC 2547, um grupo de estrelas recém formadas situado na constelação austral da Vela. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager, montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. O Universo é velho - tem aproximadamente 13,8 mil milhões de anos. A nossa galáxia, a Via Láctea, também é velha - algumas das estrelas que contém têm mais de 13 mil milhões de anos. No entanto, muita coisa ainda …

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