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Mostrando postagens de Maio 14, 2013

Como uma nuvem se torna uma estrela

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Como estrelas como o nosso sol surgem? Quais processos fundamentais são responsáveis ​​por transformar uma nuvem interestelar de gás e poeira escura e difusa em um objeto muito mais denso e brilhante? Astrônomos de uma equipe composta por João F. Alves (Agência Espacial Europeia, ESO), Charles J. Lada (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, EUA) e Elizabeth A. Lada (Universidade da Flórida, EUA) deram um passo importante no sentido de responder a esta pergunta.Com base no mais detalhado estudo já feito da estrutura interna de uma pequena nuvem interestelar, três cientistas descobriram que ela estava, aparentemente, a ponto de se tornar instável, e, portanto, na fase imediatamente anterior a um dramático colapso em uma densa e quente estrela de baixa massa. A nova visão desta fase de pré-colapso do complicado processo de nascimento estelar é baseado em observações feitas com os telescópios do ESO nos observatórios La Silla e Paranal no Chile.
Glóbulo de Bok

A atual estrutura da nuv…

NGC 6188 e NGC 6164...

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Crédito de imageme direitos autorais:KfirSimon A bela imagem acima mostra parte de NGC 6188, uma gigantesca nuvem de hidrogênio localizada a cerca de 4 mil anos-luz da Terra, na constelação de Ara. No canto inferior direito está a nebulosa NGC 6164, cercando uma imensa estrela em seu centro. Lá, há “apenas” alguns milhões de anos, incontáveis estrelas se formaram graças a intensos ventos estelares emitidos por estrelas muito antigas – tanto “em vida” quanto no momento em que explodiram como supernovas. Uma vez formadas, elas passam a emitir seus próprios ventos estelares e tornar a nebulosa mais brilhante. A imagem mostra uma região de cerca de 70 anos-luz de largura. Fonte: NASA

Sonda registra formações geológicas estranhas em Marte

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Série de depressões captadas pela câmera HiRISE, da NASA, pode indicar a possível existência de oceanos marcianos em um passado remoto. Fonte da imagem:Reprodução/HiRISE A exploração de Marte já foi mito, já passou a pioneirismo e, finalmente, tornou-se algo relativamente “corriqueiro” — embora ainda deva demorar um pouco para alguém realmente plantar os pés por lá. Mas isso não significa, é claro, que o planeta vermelho não pode continuar surpreendendo. Longe disso. Uma imagem registrada recentemente pela NASA trouxe formações geológicas capazes de colocar novos pontos de interrogação entre os especialistas. Na região conhecida como Adicalia Planitia, a câmera High-Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) registrou o que bem pode ser o indício oceanos na superfície de Marte em período remoto. As imagens foram feitas como parte da missão da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), que atualmente se desloca sobre o hemisfério sul do planeta.
Crateras de impacto e vulcões descartados

A violenta dança do Cosmo

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Em seu balé em torno do centro da Via Láctea, o Sol e suas companheiras estrelas vira e mexe podem colidir ou passar de raspão umas pelas outras. Encrenca na certa O Universo é um lugar violento. Estrelas, asteroides, planetas e até galáxias inteiras vivem se trombando, promovendo uma verdadeira pancadaria galáctica. Felizmente, o Sistema Solar fica em uma área até bem calma da Via Láctea. Mas, embora as chances sejam pequenas, não estamos livres de eventos assim. Astros desgarrados zanzando pelo espaço são relativamente comuns. E um deles poderia muito bem bater de frente com o nosso Sol. Aí não iria ter jeito: adeus, mundo cruel. A Terra seria aniquilada.  É possível, mas realmente muito improvável", explica Cássio Leandro Barbosa, astrônomo da Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos (SP).

Supernovas - as violentas explosões que marcam o fim da vida de muitas estrelas - são uma das maneiras de os astros se desgarrarem de seu curso normal e começarem uma vida nôma…

Cientistas descobrem que o solo de Marte é mais perigoso do que imaginávamos

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Colonização humana no planeta pode estar sob risco – poeira marciana prejudica pulmão e tireoide de humanos Proibido para humanos? Como se não bastasse todos os entraves já existentes, agora teremos que lidar com a poeira do planeta também //Crédito: Divulgação NASA Enquanto muita gente trata a chegada do homem à Marte como sonho ou utopia, tem cientista discutindo como colocar esse plano na prática. Terminou dia 8 de maio uma conferência chamada Humans 2 Mars, uma reunião que quer responder a uma só pergunta: o que precisamos fazer para chegar em Marte até 2030? Desafios Para Transitar em Marte; Entrada, Descida e Desembarque e Poder Da Superfície são alguns dos temas. E é justamente esse último que está preocupando: parece que humanos e o solo de Marte não foram feitos um pro outro. A poeira de marte é feita de grãos de silicato, uma substância composta por silício e oxigênio.  A longo prazo, essa poeira tóxica pode ser uma ameaça aos humanos, principalmente porque ataca a tiroide, glâ…

Novo método de encontrar planetas realiza sua primeira descoberta

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Detectar os chamados exoplanetas representa um grande desafio já que eles são pequenos, apagados e residem muito perto de suas estrelas. As duas técnicas mais prolíficas de se descobrir exoplanetas são a velocidade radial, onde se observa por oscilações na estrela e o trânsito, onde se observa por uma diminuição de brilho da estrela. Uma equipe da Universidade de Tel Aviv e do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (CfA) acabou de descobrir um exoplaneta usando uma nova técnica com base na teoria especial da relatividade de Albert Einstein. “Nós estamos procurando por efeitos muito sutis. Nós precisamos de medidas de alta qualidade do brilho da estrela, com uma acurácia de poucas partes por milhão”, disse David Latham, um membro da equipe e do CfA. “Isso só foi possível graças aos dados obtidos pela sonda Kepler da NASA”, adiciona o principal autor do artigo onde se relatou a descoberta, Simchon Faigler, da Universidade de Tel Aviv em Israel.
Embora o Kepler tenha sido desenhado p…

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