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Mostrando postagens de Setembro 3, 2014

Radiotelescópio resolvem controvérsia sobre distância ás Plêiades

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Imagem telescópica das Plêiades. Crédito: NOAO/AURA/NSF
Astrónomos usaram uma rede mundial de radiotelescópios para resolver uma controvérsia sobre a distância de um enxame estelar famoso - uma controvérsia que representou um desafio para a compreensão básica de como as estrelas se formam e evoluem. O novo trabalho mostra que a medição feita por um satélite de mapeamento cósmico estava errada. Os astrónomos estudaram as Plêiades, o famoso enxame das "Sete Irmãs" na constelação de Touro, facilmente visto no céu de Inverno. O enxame inclui centenas de estrelas jovens e quentes, formadas há cerca de 100 milhões de anos. Um exemplo vizinho de enxame aberto jovem, M45 tem servido como um "laboratório cósmico" chave para refinar a compreensão de como os enxames deste género se formam.
Além disso, os astrónomos usaram as características físicas das suas estrelas como ferramenta para estimar a distância até outros enxames mais distantes. Até à década de 1990, o consenso era…

Anel de poeira é observado circulando a estrela Formalhaut

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O ALMA e o Telescópio Espacial Hubble observaram um anel de poeira ao redor da estrela de primeira magnitude Formalhaut na constelação de Piscis Austrinus. Os resultados observacionais do ALMA são mostrados em laranja (os dados mostrados somente na metade superior direita da imagem) e os resultados do Hubble são mostrados em azul. Uma detalhada análise dos resultados do ALMA revelaram que o anel de poeira é mantido na área extremamente estreita. Acredita-se que planetas ainda não descobertos existam dentro e fora do anel que a gravidade desses planetas está moldando a forma desse anel. Fonte:Cienctec

Previsão meteorológica cósmica: nuvens escuras darão lugar ao Sol

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O instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, capturou esta imagem da nuvem escura Lupus 4 a tapar as estrelas de fundo. A Lupus 4 é uma densa região de gás e poeira onde se pensa que novas estrelas se irão formar. A nuvem situa-se a cerca de 400 anos-luz de distância, entre as constelações do Lobo e da Régua.Créditos:ESO
Nesta nova imagem podemos ver Lupus 4, uma região escura de gás e poeira, em forma de aranha, que tapa as estrelas de fundo tal como o faria uma nuvem escura na atmosfera terrestre numa noite sem luar. Embora sejam atualmente escuras, são nestas densas bolsas de material no interior de nuvens como a Lupus 4 que se formam novas estrelas, as quais irão brilhar intensamente ao longo da sua vida. Esta imagem foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. Lupus 4 situa-se a cerca de 400 anos-luz de …

M6: O Aglomerado da borboleta

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Créditos da imagem: Marco Lorenzi Para alguns, o contorno do aglomerado aberto de estrelas M6 assemelha-se a uma borboleta. M6, também conhecido como NGC 6405, se estende por cerca de 20 anos-luz e está situado a 2.000 anos-luz de distância. M6, na imagem acima, pode ser melhor visto em um céu escuro com binóculos na direção da constelação do Escorpião (em latim: Scorpius), cobrindo aproximadamente a mesma áreado céu que a Lua cheia. Como outros aglomerados abertos, M6 é composto predominantemente de jovens estrelas azuis, embora a estrela mais brilhante seja quase laranja. M6 tem idade estimada em cerca de 100 milhões de anos. Determinando a distância para aglomerados como M6 ajuda os astrônomos calibrarem a escala de distância do Universo. Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap140903.html

Primeiro pouso em um cometa: veja os locais

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Localização dos candidatos a local de pouso do módulo Philae.[Imagem: ESA/Rosetta]
Surpresas iniciais Graças à informação detalhada reunida pela sonda espacial Rosetta durante as primeiras semanas estudando o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, foi possível identificar cinco locais candidatos à aterragem do módulo de pouso Philae, que deverá ocorrer em Novembro. Até a chegada da nave Rosetta, o cometa 67P nunca tinha sido visto de perto, de forma que a identificação de um local adequado de aterragem para o módulo Philae, de 100 kg, só pode começar depois que a sonda entrou em órbita do cometa, o que aconteceu em 6 de agosto. A aproximação do cometa já trouxe enormes surpresas. Até agora, acreditava-se que cometas eram cobertos de gelo, que evaporaria causando o surgimento da cauda. O gelo interno seria responsável pelas erupções e os jatos que eles emitem quando se aproximam do Sol, fazendo sua cauda crescer ainda mais. Mas o 67P é uma rocha em tudo similar a um asteroide, coberta de poei…

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