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Mostrando postagens de Janeiro 12, 2015

Hubble descobre que o Núcleo da Via Láctea gera ventos de até 3 milhões de km/h

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Na época quando os ancestrais humanos tinham recentemente começado a andar de forma ereta, o coração da Via Láctea passava por uma erupção titânica, fazendo com que gases e outros materiais fossem expelidos a uma velocidade de 2 milhões de milhas por hora. Agora, no mínimo 2 milhões de anos depois, os astrônomos estão testemunhando a consequência dessa explosão: nuvens de gás formando torres de cerca de 30000 anos-luz acima e abaixo do plano da nossa galáxia. A enorme estrutura foi descoberta a cinco anos atrás como um brilho de raio-gamma no céu na direção do centro galáctico. As feições em forma de balão, têm, desde então sido observadas tanto em raio-X, como em ondas de rádio. Mas os astrônomos precisaram do Telescópio Espacial Hubble da NASA para medir pela primeira vez a velocidade e a composição dos misteriosos lobos. Eles agora estão a calcular a massa do material que está sendo soprado para fora da nossa galáxia, e que poderia levar a determinar a causa da explosão, que tem al…

Um amanhecer cataclísmico

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Será que esse amanhecer trará outra nova? Esse tipo de dilema pode ser ponderado um dia por futuros seres humanos vivendo num planeta orbitando um sistema estelar binário variável cataclismático. Variáveis cataclismáticas envolvem o gás caindo de uma grande estrela num disco de crescimento ao redor de uma estrela massiva mas compacta anã branca. Eventos cataclismáticos explosivos como uma anã nova podem ocorrer quando uma aglomeração de gás no interior do disco de crescimento aquece e passa de uma determinada temperatura. Nesse ponto, a aglomeração cairá mais rapidamente na anã branca e pousará criando um brilhante flash. Essas novas de anãs não destruirão a estrela e podem ocorrer irregularmente na escala de tempo, de poucos dias até dezenas de anos. Embora uma nova seja muito menos energética do que uma supernova, se novas ocorrerem de forma recorrente e não são violentas o suficiente para expelir mais gás do que o gás que cai em sua direção, a massa acumulará na anã branca até que …

A Terra poderá ser atingida por explosão estelar?

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A morte explosiva de Eta Carinae provavelmente não afetará nosso planeta Quando pensamos sobre ameaças “existenciais”, eventos com o potencial de destruir a vida de todos os seres da Terra, a maioria das possibilidades está em nosso próprio planeta – mudanças climáticas, pandemias globais e guerra atômica. Lançando um olhar paranoico para os céus, normalmente pensamos em impactos de asteroides ou talvez algum disparo perigosamente massivo de nosso Sol. Mas se você acreditar em tudo que lê nas fronteiras da Internet, pode achar que a ameaça celestial mais aterrorizante não é apenas extraterrestre, mas também extrassolar. A cerca de 7.500 anos-luz de distância, na constelação de Carina, uma estrela chamada de Eta Carinae, pelo menos cem vezes mais massiva que nosso Sol, está se aproximando do ponto em que explodirá como supernova. De maneira simples, a Eta Carinae é um supermassivo barril de pólvora estelar com o pavio quase no fim. De fato, ela já pode ter chegado ao fim, e a luz que ca…

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