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Mostrando postagens de Dezembro 1, 2015

O LHC está colidindo matéria a trilhões de graus

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O maior acelerador de partículas do mundo, o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), está embarcando em uma nova e emocionante fase: vai colidir íons de chumbo em um nível de energia que é o dobro de qualquer experimento feito anteriormente. A partir deste mês, os cientistas devem executar testes com íons de chumbo carregados positivamente, ou seja, despojados de seus elétrons. A colisão de íons de chumbo permite que os pesquisadores estudem um estado da matéria que existia logo após o Big Bang, atingindo uma temperatura de vários trilhões de graus.
Avanço significativo Para estudar o estado da matéria logo após o Big Bang, é preciso recriar um momento no tempo quase infinitamente breve. O estado que está sendo quasi-simulado pelo LHC só existiu no nosso universo por alguns milionésimos de segundo, quando a matéria extremamente quente e densa era uma espécie de sopa primordial composta de partículas chamadas de quarks e glúons.
Ao aumentar a energia das colisões nas novas …

As estrelas anciãs da Via Láctea

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Imagem de uma pequena porção do bojo da Via Láctea. Os astrônomos do estudo analisaram o tráfego galáctico para encontrar estrelas com pouco ferro. A imagem foi registrda com o Telescópio SkyMapper, na Austrália. Crédito: © ANU/SkyMapper
Numa busca conduzida nas regiões mais internas da Via Láctea, um grupo internacional de astrônomos encontrou algumas das estrelas mais antigas já observadas — fornecendo evidências de como ocorreu a evolução do Universo em seus primeiros milhões de anos. Estima-se que as primeiras estrelas tenham surgido entre 100 milhões e 200 milhões de anos após o Big Bang — o evento ocorrido 13,8 bilhões de anos atrás que marca o início da expansão cósmica, ainda em andamento até o momento. Essas estrelas tinham pouca variedade em sua composição, uma vez que o Big Bang em si só foi capaz de produzir hidrogênio, hélio e lítio. Todos os átomos mais pesados — como o carbono, o oxigênio e o ferro — tiveram de ser produzidos no coração desses astros primordiais e então …

Marte poderá ter sistema de anel entre 20 e 40 milhões de anos

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Entre 20 e 40 milhões de anos, Fobos, a maior lua de Marte, será destruída e irá criar um sistema de anéis ao redor de Marte, de acordo com os pesquisadores planetários Tushar Mittal e o Dr. Benjamin Black da Universidade da Califórnia. A órbita da lua marciana Fobos está gradativamente espiralando em direção a Marte e a lua está experimentando um aumento nas tensões de maré. De acordo com Mittal e o Dr. Black, Fobos, provavelmente será destruída antes de atingir a superfície de Marte, deixando um sistema de anéis que deve persistir por cerca de 100 milhões de anos. Num estudo publicado na revista Nature Geoscience, eles estimaram o quão coesiva é a pequena lua e concluíram que ela não suficiente para resistir às forças de maré. Nossas análises sugerem que boa parte de Fobos é composta de um material fraco e altamente danificado”, dizem os cientistas. Nós sugerimos que – com a contínua migração da lua – o material mais fraco irá se dispersar em 20 a 40 milhões de anos para formar um a…

Uma estrela incomum circundada por prováveis fragmentos de exocometas

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Esta ilustração apresenta KIC 8462852 atrás de um cometa despedaçado. Crédito: © NASA/JPL-Caltech
Novas observações feitas da estrela incomum e que a algumas semanas vem sendo notícia, a KIC 8462852, feitas com o Telescópio Espacial Spitzer da NASA sugerem que seu estranho sinal de luz provavelmente é causado por fragmentos de um cometa extrassolar. A KIC 8462852, também conhecida como TYC 3162-665-1, ou 2MASS J20061546+4427248, é uma estrela da sequência principal, localizada na constelação de Cygnus, a cerca de 1480 anos-luz de distância da Terra. O Telescópio Espacial Kepler da NASA tem monitorado a estrela por alguns anos, observando incidentes incomuns em 2011 e 2013, quando a luz da estrela diminuiu de uma maneira nunca antes observada. A estrela apresentou quedas no brilho de cerca de 22%. Seu brilho também mudou irregularmente, algumas vezes por dias, e até mesmo meses.
Alguma coisa passou na frente da KIC 8462852 e bloqueou sua luz, mas o que?
Foi uma Esfera de Dyson, construíd…

Novo tipo de energia pode escapar de buraco negro

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Esta ilustração mostra um buraco negro devorando uma estrela. Um buraco negro devora tudo em sua atração gravitacional. O físico Stephen Hawking, porém, propôs que alguma energia pode escapar. Novos dados sugerem como isso poderia ocorrer.
Cientistas têm observado que a luz não pode escapar da atração de um buraco negro. Porém, algo pode. Isso seria um tipo de energia chamada de radiação Hawking. Até o momento, ninguém jamais testemunhou a radiação Hawking. Mas um cientista diz que tem evidências que levam a isso: energia escapando de um tipo experimental de buraco negro em laboratório. Se outros cientistas conseguirem repetir suas descobertas, eles também teriam evidências de que a radiação Hawking realmente existe.Daniele Faccio chama a nova experiência de “um trabalho inovador, incrível.” O físico da Heriot-Watt University, em Edimburgo, na Escócia, não participou da pesquisa. Ele diz que o novo trabalho, “demonstra algo que todo mundo achava que era impossível.
”O buraco negro é um …

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