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Mostrando postagens de Setembro 8, 2016

Veja imagens de como seria o sol visto de outros planetas

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Como seria observar o nosso sol de Plutão, Vênus ou de um gigante gasoso como Saturno?
Por conta das amplas distâncias, fica difícil de imaginar. Porém, graças às impressões artísticas de Ron Miller, um ilustrador que vive na Virginia, nos EUA, agora podemos ter uma ideia de como seria essa experiência. Ele dedicou décadas de sua carreira descrevendo o espaço e agora nos ajuda a responder essa complicada questão. Miller levou em consideração distâncias astronômicas e também cálculos de intensidade da luz para desenhar como o sol poderia surgir no céu de cada um dos oito planetas (sem esquecer nosso querido planeta-anão Plutão). Veja abaixo o resultado: 
MERCÚRIO:  o planeta fica a 58 milhões de quilômetros do sol, ou 39% da distância da Terra do sol. Em Mercúrio, o Sol surge, aproximadamente, três vezes maior do que na Terra. 
VÊNUS: o sol quase não apareceria em Vênus por causa das densas nuvens carregadas de ácido sulfúrico. O astro fica a 107,8 milhões de quilômetros do planeta - 72…

Planeta 9: caso seja real, ele poderá provocar o caos no Sistema Solar

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Você já ouviu a respeito do “Planeta 9”? Resumidamente, não é de hoje que os astrônomos desconfiam da existência de mais planetas no Sistema Solar — por conta de anomalias bizarras que já foram detectadas no Cinturão de Kuiper, região do espaço que (mais ou menos) marca o limite da nossa vizinhança. Pois, conforme contamos para você aqui no Mega Curioso no início deste ano, cientistas do Caltech — Instituto de Tecnologia da Califórnia — disseram ter detectado fortes evidências de que existe uma superterra “morando” no Cinturão de Kuiper. Esse planetão seria 10 vezes mais massivo do que a Terra e, por se encontrar tão distante, levaria entre 10 mil e 20 mil anos para completar uma órbita ao redor do Sol.
Os cientistas passaram a postar na existência desse mundo após observar as órbitas de seis objetos que também se encontram nessa área do espaço e perceberam que eles se movimentam de forma bem estranha — como se estivessem sofrendo influência de um corpo celeste de grande massa: o Plan…

E se um buraco negro passasse pelo nosso Sistema Solar?

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Os buracosnegros formam uma região do Universo onde a matéria se encontra em um estado tão superconcentrado e denso que a sua força da gravidade é tão poderosa que tudo — absolutamente tudo — é sugado para o seu interior. Nada pode fugir de sua atração gravitacional, nem mesmo a luz ou qualquer radiação, pois elas não têm velocidade suficiente para fugir dessa força extrema. E o que aconteceria se algo tão poderoso passasse pelo nosso Sistema Solar? Coisas muito ruins, com certeza! Para começar, só nos daríamos conta de sua aproximação quando os planetas que se encontram mais distantes do Sol começassem a apresentar variações em suas órbitas. Júpiter, o planeta mais massivo do nosso sistema, seria capturado pela força gravitacional do buraco negro, que o consumiria pouco a pouco, sugando todo o seu gás. Catástrofes Todo esse material — extremamente quente — formaria um disco luminoso que giraria ao redor do buraco negro, permitindo que se tornasse visível. Conforme fosse se aproximando…

O que a 'nova Terra' tem de especial?

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O planeta Proxima b, recém descoberto, tem tudo para ser uma versão plus do nosso: temperaturas que beiram os 30°C, água líquida, 30% maior... E o melhor: fica aqui do lado No último dia (24), uma notícia deixou de orelhas em pé tanto os amantes da ficção científica quanto os da ciência da vida real: astrônomos do European Southern Observatory, um dos maiores observatórios do mundo, anunciaram a descoberta de um planeta que pode ter muitas das condições necessárias aos surgimento e à evolução da vida. Batizado de Proxima b, ele orbita uma anã vermelha chamada Proxima Centauri - e já foi carinhosamente apelidado de nova Terra. Entenda por quê, e veja o que ele tem de bacana:
1. Ele está na distância perfeita de sua estrela
O Proxima b está a 7,5 milhões de km de sua estrela-mãe, a Proxima Centauri. Isso é bem perto: é 5% da distância da Terra ao Sol. Mercúrio mesmo fica bem mais longe: a 57 milhões de km. Toda essa proximidade pode parecer ruim, mas está tranquilo, está favorável, para o…

Astrónomos descobrem relíquia fóssil rara da Via Láctea primordial

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Com um auxílio do Very Large Telescope do ESO e doutros telescópios, uma equipe internacional de astrónomos descobriu um resto fossilizado da Via Láctea primordial, que contém estrelas com idades muito diferentes. Este sistema estelar parece-se com um enxame globular, mas não é como qualquer outro enxame conhecido, já que contém estrelas muito similares às estrelas mais antigas da Via Láctea, ajudando-nos a fazer a ponte entre o passado e o presente da nossa Galáxia. Terzan 5, situado a 19 000 anos-luz de distância na constelação do Sagitário em direção ao centro galáctico, tem sido classificado como um enxame globular desde há cerca de 40 anos, altura da sua detecção. No entanto, uma equipa liderada por astrónomos italianos acaba de descobrir que Terzan 5 não é afinal como nenhum enxame globular conhecido.

A equipe obteve dados com o instrumento Multi-conjugate Adaptive Optics Demonstrator instalado no
Very Large Telescope, assim como com uma série de outros telescópios colocados tant…

Onde é o limite do universo?

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O que está além do universo conhecido? Onde acaba o universo? Ou melhor, ele acaba? Definir o “além do universo” implicaria que o universo tem uma borda. E é aí que as coisas ficam muito complicadas, porque os cientistas não estão certos se tal borda existe.
A resposta depende de como se vê a questão. Princípio cosmológicoExistiria algum lugar ao qual poderíamos ir e “ver” o que está “além do universo”, como se pode espiar além da borda de um penhasco ou para fora de uma janela?  Essa questão envolve o “princípio cosmológico”, de acordo com Robert McNees, professor de física na Universidade Loyola em Chicago, nos EUA. O princípio cosmológico dita que a distribuição da matéria em qualquer parte do universo parece praticamente a mesma que em qualquer outra parte, independentemente da direção que você olha. Em termos científicos, o universo é isotrópico. Há muita variação local – estrelas, galáxias, aglomerados etc -, mas, em média, em grandes pedaços de espaço, nenhum lugar é realmente tão…

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